Mostrando postagens com marcador MUCANE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUCANE. Mostrar todas as postagens

Sessão Cineclubista Vivências



No mês da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha, o Cineclube Teresa de Benguela realiza a Sessão Cineclubista Vivências no Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” - Mucane, em Vitória. As sessões serão realizadas nos dias nos dias 7, 18 e 28 de julho.

O cineclube foi contemplado no Edital de Seleção de Projeto de Ocupação do Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane), ano 2017/2018, Categoria II - Ação Cultural.

Durante os três dias de mostra serão exibidos produções audiovisuais de ficção, documentário e web-série, dirigidos por mulheres negras. Após as sessões haverá roda de conversa com as realizadoras e convidadas sobre os filmes exibidos e questões de gênero e racial.


Cineclube Teresa de Benguela

Formado pelas cineastas Hegli Lotério, Karol Mendes, Gabriela Santos, Daiana Rocha, Láisa Maria e a artista Tamyres Batista, o cineclube Teresa de Benguela é um espaço de discussão e uma rede de intercâmbio entre cineastas, pesquisadoras, ativistas e estudantes negras dedicadas à discussão da representação da mulher negra na mídia e no audiovisual brasileiro.

Em 2017 o cineclube realizou a 1º Mostra Cineclube Teresa de Benguela: Trajetórias. A primeira edição teve duração de cinco dias e contou com a exibição de diversas obras nacionais, oficinas e a presença de cineastas como Adélia Sampaio e Renata Martins. 


Programação

07.07 - Sábado - 15h às 18h
-Abertura
-Exibição Raiz Forte. Dir. Charlene Bicalho, 30 min, 2013. ES. Web-série documental. 
-Roda de conversa com Charlene Bicalho.

18.07 - Quarta-feira - 18h30 às 21h30
-Exibição Quando Você Volta?, Dir. Beatriz Moreira, 20 min, 2017, ES e Braços Vazios. Dir. Daiana Rocha, 16 min, 2018, ES. 
-Roda de conversa com Daiana Rocha e Mayara dos Santos (assistente de produção Quando você volta?)

28.07 - Sábado - 15h às 18h - Sessão em parceria com o Cineclube Afoxé
-Exibição Cabelo Bom. Dir. Swahili Vidal e Claudia Alves, 15 min, 2016, RJ e Revejo, Dir. Láisa Freitas, 18 min, 2017, ES/SP.
-Roda de conversa com Tamyres Batista, Karol Mendes, Láisa freitas e Bárbara Cazé (integrante do Cineclube Afoxé).
-Encerramento 

Serviço
2º Mostra Cineclube Teresa de Benguela: Vivências
Dias: 7, 18 e 28 de julho
Local: Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane)

Realização
Cineclube Teresa de Benguela

Apoio
Mucane - Museu Capixaba Do Negro
Prefeitura de Vitória
Cineclube Afoxé

Resistência e luta são temas da nova sessão do Cineclube Afoxé




Na próxima sexta-feira, dia 13 de julho, o Cineclube Afoxé em parceria com o Odomodê realizará uma sessão no Museu Capixaba do Negro - Mucane, às 14 horas. Serão exibidos: “Estamos todos aqui”, de Chico​ ​Santos​,​ ​Rafael​ ​Mellim, e “As minas”, de Brunella Alves. Os dois documentários abordam de modo diferente a temática da resistência e a luta das mulheres por direitos e espaços sociais e culturais.

“Estamos todos aqui”, a vlogueira Rosa Luz faz sua estreia no cinema – já bastante reconhecida por seu trabalho em Barraco da Rosa (youtube), aqui interpreta a árdua tarefa de existir como pessoa transgênero em um cotidiano de mazelas, exclusões e desumanização de seu corpo. O filme retrata a Favela da Prainha, às margens do Porto de Santos, Rosa tenta construir seu próprio barraco em meio à mobilização da comunidade diante de um despejo iminente. Com linguagem enérgica que mescla ficção e documentário, este filme de criação coletiva e direção de Chico Santos e Rafael Mellim intersecciona a luta por moradia ao debate sobre vivências periféricas marcadas pelas questões de gênero e sexualidade.
“As minas”, Bunella Alves buscou retratar a resistência e a representatividade da mulher no movimento de Hip Hop na Grande Vitória e abordou o machismo existente dentro desse movimento cultural.  O cenário visual do vídeo é protagonizado por recortes de depoimentos com 8 meninas, divididas em 3 grupos: Break (Conexão Flow), 2 de Rap ( Preta Roots e Melanina MCs) e um coletivo de grafite (Coletivo dasMina), há uma reflexão sobre quando a representatividade ficou mais forte na região, como se inseriram no movimento, além das mudanças necessárias para mudar a repressão que ainda acontece por participarem do Hip Hop.